Higiene nos supermercados: o consumidor está de olho

Veja dicas para potencializar essa característica crucial 

Em tempos de forte concorrência, o supermercadista precisa ficar atento com todos os detalhes de seu estabelecimento. Por incrível que pareça, a limpeza do estabelecimento que devia ser uma obrigação, tem cada vez mais se tornando um diferencial. Enquanto alguns acabam deixando essa importante ação dentro do supermercado como prioridade, outros não se esforçam para que seu ponto de venda fique sempre limpo. Veja, a seguir, informações especiais sobre higiene no varejo.

Fidelizar o consumidor é uma tarefa cada vez mais árdua. Todavia, para perdê-lo basta deixar de cumprir ações básicas. Falta de organização, sortimento deficiente, problemas operacionais nos caixas, filas, estoque ineficiente, entre outros, são os principais motivos para a frustração de clientes com a empresa.

Por ser um ambiente que vende produtos, em grande parte, alimentícios, o cliente ao perceber sujeira e desorganização, assimila o local com falta de higiene e com o comprometimento dos produtos. Zelar por um ambiente limpo, arejado e organizado se torna essencial para garantir uma experiência que seja forte o bastante para fidelizá-lo.

Então o que fazer para garantir essa apresentação aos consumidores?

Veja dicas para manter a higiene e organização de supermercados

Antes de manter alimentos expostos para a venda, tenha os seguintes cuidados com eles:

  • Os alimentos devem estar em perfeito estado de conservação;
  • Além de terem a licença para a industrialização ou produção;
  • Suas especificações devem atender às exigências da Legislação Federal e Estadual relativas ao registro de rotulagem e padrões de identidade e qualidade, conforme normas estabelecidas pelo Código de Proteção e Defesa do Consumidor;
  • É importante se atentar com os alimentos, os mantendo protegidos de contaminação física, química e biológica, proveniente do homem, dos animais e do meio ambiente;
  • Os alimentos perecíveis precisam ser transportados, armazenados e depositados sob condições de temperatura, umidade, ventilação e luminosidade que os protejam de deteriorações;
  • Afaste-os dos desinfetantes, solventes, combustíveis líquidos, produtos de perfumaria, limpeza e congêneres;
  • Evite o contato de utensílios, recipientes e equipamentos que tenham sido usados em produtos crus com os alimentos cozidos, a não ser que sejam devidamente lavados e desinfetados;
  • No acondicionamento de alimentos, não se deve usar como embalagem, jornais, papéis coloridos ou filmes plásticos com a face interna impressa;
  • Mantenha sempre os depósitos sempre limpos, com estrados ou prateleiras com altura mínima de 40 cm (quarenta centímetros) do piso e separados por corredores, a fim de evitar a presença de baratas e ratos;
  • Produtos como alho, cebola e outros que exalam odores devem estar separados dos demais, assim como os produtos embalados não devem permanecer junto com produtos não embalados;
  • Os perecíveis precisam de atenção redobrada. Necessitam de refrigeração, por isso, é importante para o consumidor saber que temperatura ideal mínima é necessária para uma boa conservação;
  • As saladas que contenham em sua preparação produtos, substâncias ou insumos crus ou cozidos devem ser preparadas com boas condições de higiene e limpeza. Precisam ser mantidas em temperatura abaixo de 7°C até o consumo, conforme determina a fiscalização.
  • Para os produtos congelados é necessário mantê-los em temperatura inferior a -18°C e deverão ser descongelados em instalações com temperatura em torno de 7°C.

Com informações: CTDE

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