Visual Merchandising é ciência para aumentar a performance e as vendas

Cerca de 90% da percepção do consumidor dentro da loja é visual e passa por vários momentos de indecisão (onde ir, o que procurar, o que levar, etc.) e esse é o momento em que ele está mais receptivo às sugestões.  O papel do visual merchandising é auxiliar e direcionar o consumidor nesse processo, concretizando efetivamente a compra. Como o supermercadista pode explorar esse conceito para aumentar suas vendas e conversões foi o tema do auditório temático “Marketing e Consumidor” do Congresso de Gestão APAS, no dia 4.

“Visual merchandising não é apenas visual bonito, é uma ciência usada como ferramenta para aumentar a performance e as vendas das lojas”, define George Homer, presidente da GH Consultoria, especializada em ambientes de varejo. “Ela possui diversas ferramentas para avaliar a melhor forma de expor os produtos de modo a criar experiências que valorizem as mercadorias e estimulem a compra.”

Mostrando exemplos de como varejistas em todo mundo tem usado o visual merchandising para se diferenciar e aumentar as vendas, Homer demonstrou algumas das tendências atuais utilizadas para criar experiências sensoriais únicas. Aproveitou também para desmistificar o preconceito de que VS é “coisa para supermercado rico”.  Para ele, a principal função do visual merchandising é valorizar o produto, o que pode ser feito com os recursos que o supermercado tiver à disposição. “A área de vendas não pode ser toda igual, homogênea. Mesmo as lojas mais humildes podem investir em um espaço diferenciado para valorizar os seus produtos”, destaca.

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